Ser negro no Brasil é viver com o estigma trazido pelos europeus no século XVI. A vulnerabilidade social, o descrédito e o preconceito apontam para uma palavra: racismo. Para uma pessoa negra, uma simples atividade como entrar em uma loja para procurar algum produto torna-se um momento de intimidação e constrangimento. As oportunidades são mais difíceis de se obter. Negros que conseguem uma formação superior, conquistam um cargo prestigiado e sobem na pirâmide social são vistos como exceções. São apenas 131 anos de liberdade, contra 490 anos de escravidão. O que ainda precisa mudar? Nesta série especial, discutimos a história, analisamos os dados e procuramos respostas para o futuro.

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